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Polícia britânica divulga novas imagens de cearense desaparecida há quase um mês

Assessoria
Polícia britânica divulga novas imagens de cearense desaparecida há quase um mês Vitória foi vista caminhando por uma área de campo e, depois, próximo à marina. Foto: Divulgação/Polícia de Essex

Polícia divulga novas imagens de psicóloga cearense desaparecida na Inglaterra


A Polícia de Essex divulgou nesta quarta-feira, primeiro de abril, novas imagens da psicóloga cearense Vitória Figueiredo Barreto, de trinta anos, desaparecida há quase um mês no Reino Unido. Os registros de câmeras de segurança foram obtidos na cidade de Brightlingsea, último local onde a brasileira foi vista antes de sumir.


Dois clipes mostram Vitória circulando por uma área de campo ao sul de Hurst Green durante a tarde de três de março e, posteriormente, na região próxima à marina onde um barco foi desatracado no dia quatro de março. As autoridades britânicas também localizaram imagens adicionais que mostram a mulher em um estaleiro na Copperas Road, registradas às zero horas e dezesseis minutos do dia quatro.


Antes do desaparecimento, Vitória foi vista caminhando por uma área industrial ao sul da Copperas Road, próximo do riacho Brightlingsea e da marina. A detetive Anna Granger, que coordena as investigações, afirmou que a polícia continua trabalhando para reduzir o intervalo de tempo entre o último avistamento conhecido de Vitória e o momento em que um barco foi desatracado de um pontão.


Limitações nas investigações


Embora as imagens sejam recentes, a Polícia ainda desconhece os passos de Vitória após deixar Brightlingsea. Já são vinte e sete dias de desaparecimento na Inglaterra e a família ainda não conseguiu acessar as informações bancárias e telefônicas da psicóloga, apesar de a Justiça cearense ter liberado a quebra. A dificuldade está no fato de que os dados bancários e de comunicação estão registrados fora do Reino Unido, representando um desafio para as investigações internacionais.


A Polícia de Essex suspendeu as buscas físicas em terra, costa e água em vinte de março, mas continua trabalhando com parceiros internacionais para obter acesso aos dados de Vitória e construir um quadro completo dos dias e horas anteriores ao desaparecimento.


Apoio familiar e investigações particulares


Familiares da brasileira divulgaram recentemente que estão recebendo doações para custear os gastos em solo britânico durante a continuidade das buscas. Com o dinheiro arrecadado, eles pretendem contratar detetives particulares para auxiliar na localização da jovem.


A mãe de Vitória, Gleyz Barreto, relatou que a psicóloga aparentava estar bastante nervosa na última ligação telefônica no dia do desaparecimento. O Ministério das Relações Exteriores acompanha o caso por meio do Consulado-Geral do Brasil em Londres e mantém contato direto com as autoridades inglesas e com a família de Vitória para oferecer assistência consular.


Desaparecimento


Vitória deixou as dependências da Universidade de Essex em três de março e entrou em um ônibus rumo a Brightlingsea, acompanhada da amiga, a professora e psicóloga Liliane Além-Mar. O combinado era que as duas saíssem juntas da instituição para retornar a Colchester, onde Vitória estava hospedada. Sem encontrar a amiga após horas, Liliane contatou as autoridades britânicas, que logo iniciaram as buscas. Imagens de câmeras de segurança levantaram a teoria de que Vitória pode ter utilizado um barco para se locomover pela costa.


Redação ANH/CE




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