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Maceió,23/04/2026

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Suspeito de envolvimento na morte de modelo é encontrado morto em cela

Assessoria
Suspeito de envolvimento na morte de modelo é encontrado morto em cela Modelo e influenciadora Ana Luiza Mateus, de 30 anos, encontrada morta após cair de um prédio na Barra da Tijuca. Reprodução/Redes Sociais

A morte da modelo e influenciadora Ana Luiza Mateus, de 30 anos, encontrada após cair de um prédio na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, passou a ser investigada como feminicídio pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. O caso mobiliza autoridades e levanta discussões sobre violência contra a mulher no país.

O principal suspeito, Endreo Lincoln Ferreira da Cunha, namorado da vítima, foi preso em flagrante, mas acabou sendo encontrado morto dentro da cela poucas horas após a detenção, na quarta-feira. As circunstâncias da morte dele também são alvo de investigação.

De acordo com informações preliminares, o casal teria discutido na noite anterior ao ocorrido. Durante a madrugada, moradores relataram ter ouvido um forte barulho vindo do prédio, o que levantou suspeitas sobre o momento da queda. A Delegacia de Homicídios da Capital assumiu o caso e iniciou a coleta de depoimentos, além da análise de mensagens e outros elementos que possam ajudar a esclarecer a dinâmica dos fatos.

Segundo o delegado Renato Martins, testemunhos já colhidos apontam o namorado como principal responsável pelo crime. Investigadores também consideram relatos de um possível histórico de conflitos entre o casal, o que pode contribuir para a linha de apuração adotada.

A perícia técnica foi acionada para verificar as circunstâncias da queda e identificar se houve eventual alteração na cena antes da chegada das autoridades. Paralelamente, a Polícia Civil abriu procedimento para apurar como ocorreu a morte do suspeito dentro da unidade prisional, incluindo possíveis falhas na custódia.

O caso reacende o debate sobre a violência doméstica e o feminicídio no Brasil, crime tipificado como o assassinato de mulheres em razão de sua condição de gênero. Especialistas apontam que sinais de relacionamentos abusivos muitas vezes se manifestam de forma progressiva, o que reforça a importância de mecanismos de denúncia e proteção. No país, o número 180 funciona como canal nacional de apoio e orientação para vítimas.

As investigações seguem em andamento, e a polícia trabalha para esclarecer todos os detalhes do caso, desde o que ocorreu dentro do imóvel até os desdobramentos posteriores à prisão do suspeito.

Redação ANH/RJ




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