Pilili é apresentada como nova mascote das urnas eletrônicas no Brasil
Presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, com o Pilili durante cerimônia nesta segunda-feira; ela está prestes a deixar o cargo. Foto: Luiz Roberto / TSE O Tribunal Superior Eleitoral lançou, nesta segunda-feira, a mascote oficial das urnas eletrônicas no Brasil. Batizada de Pilili, a personagem faz referência ao som emitido pelo equipamento no momento em que o eleitor confirma o voto. A iniciativa integra as comemorações pelos 30 anos da implementação do sistema eletrônico de votação no país.
A apresentação ocorreu durante uma cerimônia em Brasília, que reuniu autoridades e destacou a trajetória das urnas eletrônicas ao longo de três décadas. Segundo o tribunal, a criação da mascote tem como objetivo aproximar a Justiça Eleitoral da população, especialmente do público jovem, incentivando maior engajamento no processo democrático.
Durante o evento, a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, ressaltou atributos do sistema, como segurança, confiabilidade e rapidez na apuração dos votos, além da possibilidade de auditoria. Em seu discurso, ela enfatizou a autonomia do eleitor no momento da votação, destacando que a escolha é feita de forma individual e sigilosa.
A ministra também reforçou a importância da participação de adolescentes no processo eleitoral. Jovens que completarem 16 anos até o início de outubro podem votar, desde que tenham solicitado o título eleitoral a partir dos 15 anos. A orientação busca ampliar o número de eleitores e incentivar o exercício da cidadania desde cedo.
A programação do evento incluiu ainda atividades interativas, como demonstrações do funcionamento da urna eletrônica, exposições sobre a evolução do sistema ao longo dos anos e a exibição de um vídeo institucional que relembra momentos marcantes desde a adoção da tecnologia nas eleições brasileiras.
Redação ANH/DF




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