Seja bem-vindo
Maceió,30/06/2026

  • A +
  • A -
Publicidade

Frigorífico da Masterboi no Ceará deve gerar 750 empregos e ficar pronto em 2028

Assessoria
Frigorífico da Masterboi no Ceará deve gerar 750 empregos e ficar pronto em 2028 Frigrorífico da Masterboi no Pará. Marca tem 3 fábricas no Brasil. Foto: Reprodução/Masterboi

Frigorífico da Masterboi em Iguatu deve começar a ser construído até o início de 2027 e gerar 750 empregos

A construção do frigorífico do grupo pernambucano Masterboi, em Iguatu, no Centro-Sul do Ceará, deve ser iniciada entre o fim de 2026 e o início de 2027. A previsão é que as obras sejam concluídas em 2028. A informação foi confirmada com exclusividade ao Diário do Nordeste pelo diretor de Originação da empresa, Wesley Lopes, durante a PEC Brasil 2026, realizada em Fortaleza.

O empreendimento receberá investimento de aproximadamente R$ 250 milhões e iniciará as operações com capacidade para o abate de 500 cabeças de gado por dia, podendo chegar a 1.000 animais diariamente quando estiver em plena operação. A expectativa é de que o frigorífico gere cerca de 750 empregos diretos.

Segundo Wesley Lopes, a empresa aguarda a conclusão dos processos burocráticos e das autorizações necessárias para dar início às obras.

"O próximo passo é esperar que toda a papelada fique pronta. Uma obra de frigorífico não é simplesmente começar. Tem vários requisitos que a gente precisa atender para fazer isso. A nossa ideia é começar entre o fim deste ano e o começo de 2027. A gente espera que em 2028 esteja pronto", afirmou.

A unidade será abastecida principalmente por animais criados no Ceará e em estados vizinhos, com foco no fornecimento de carne para o mercado interno.

Novos investimentos não estão descartados

Embora o projeto de Iguatu seja voltado inicialmente ao mercado brasileiro, a Masterboi já exporta seus produtos para mais de 100 países. Atualmente, o grupo possui frigoríficos em Canhotinho (PE), Nova Olinda (TO) e São Geraldo do Araguaia (PA).

Nesses estados, a empresa também mantém áreas destinadas à criação de gado nas proximidades das unidades industriais. Questionado sobre a possibilidade de replicar esse modelo no Ceará, Wesley Lopes afirmou que ainda não há definição, mas não descartou novos aportes no futuro.

"Isso vai depender do Estado e do desempenho que tivermos com o frigorífico. Uma coisa está ligada à outra. Não posso dizer hoje se haverá novos investimentos, mas é uma possibilidade", declarou.

A instalação da nova unidade em Iguatu é vista como um reforço para a cadeia da pecuária cearense, ampliando a capacidade de processamento de bovinos no Estado, estimulando a produção regional e fortalecendo a geração de emprego e renda no interior do Ceará.

Redação ANH/CE




COMENTÁRIOS

Buscar

Alterar Local

Anuncie Aqui

Escolha abaixo onde deseja anunciar.

Efetue o Login

Recuperar Senha

Baixe o Nosso Aplicativo!

Tenha todas as novidades na palma da sua mão.