Empresária foi assassinada em Aracaju pelo namorado uma semana após assumirem relacionamento
A arma de fogo usada para matar Flávia foi apreendida com seis munições deflagradas e outras seis intactas
Reprodução O namoro de Tiago Sóstenes Miranda de Matos, diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, e da empresária Flávia Barros, de 38 anos, durou oficialmente apenas uma semana antes de terminar em tragédia. Ela foi encontrada morta no quarto de um hotel em Aracaju e o suspeito de cometer o feminicídio é o policial penal, que teria tentado suicídio em seguida e foi socorrido com vida, nesse domingo (22).
Segundo amigas da vítima, o casal já se conhecia desde novembro do ano passado, mas o namoro só foi formalizado no dia 15 de março, aniversário de Flávia. Nesse sábado (21), Tiago e Flávia viajaram para a capital sergipana para assistir a um show do cantor Rey Vaqueiro.
Dentro do quarto do hotel, porém, a viagem terminou em tragédia. Tiago teria atirado contra Flávia e em seguida tentou tirar a própria vida. Ele foi socorrido em estado grave para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), enquanto Flávia não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Até o momento, a motivação do crime não foi esclarecida, e a Polícia Civil investiga o caso.
O corpo da empresária começou a ser velado na noite de domingo no Ginásio Esportivo Diamante Negro, em Canindé de São Francisco, e o enterro está previsto para esta segunda-feira, às 16h, em cemitério da cidade.
Tiago é policial penal e bacharel em Direito. De acordo com o último boletim médico, divulgado nesta manhã, ele segue na Ala Vermelha da unidade hospitalar. Ele foi avaliado por especialistas de Cirurgia Geral e Neurocirurgia, sendo submetido a um procedimento cirúrgico. Não foi informado se o quadro é grave ou estável.
A arma de fogo usada para matar Flávia foi apreendida com seis munições deflagradas e outras seis intactas. Elas foram encaminhadas para análise da perícia para a identificação da possível dinâmica dos disparos.








COMENTÁRIOS