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Maceió,27/03/2026

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Governadora Fátima Bezerra celebra licença para poços em águas profundas no RN

Assessoria
Governadora Fátima Bezerra celebra licença para poços em águas profundas no RN Petrobras obtém licença para perfurar três poços na Bacia Potiguar; investimentos devem impulsionar economia - Foto: ASSECOM / GOVERNO DO RN

Petrobras obtém licença do Ibama para perfurar três poços na Bacia Potiguar e retoma operações no RN


A Petrobras anunciou nesta quinta-feira a licença ambiental concedida pelo Ibama para perfurar três poços de petróleo na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, marcando a retomada das operações da estatal no estado após a venda de ativos terrestres em 2023 e impulsionando a exploração na Margem Equatorial, considerada a nova fronteira petrolífera brasileira. A autorização abrange os poços Mãe de Ouro, Inhame e Taianga, nos blocos BM-POT-17 e POT-M-762, com o Mãe de Ouro como principal alvo em águas profundas, a 52 km da costa e mais de 2 mil metros de profundidade, apresentando indícios de petróleo.

A sonda de perfuração chega do Amapá em julho, iniciando as operações, enquanto a estatal planeja investir mais de R$ 1,5 bilhão no arrasamento de poços antigos em cerca de 100 municípios potiguares, beneficiando diretamente a geração de empregos e a cadeia produtiva local. A campanha faz parte de um plano maior da Petrobras com 16 poços exploratórios na Margem Equatorial até 2027, totalizando R$ 15 bilhões em investimentos em bacias como Potiguar, Foz do Amazonas e Pará-Maranhão.

Governadora Fátima Bezerra celebrou o marco durante reunião em Natal com a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. "É um passo histórico para um novo ciclo de desenvolvimento econômico, científico e tecnológico, com responsabilidade ambiental e segurança jurídica, gerando empregos e atraindo investimentos", afirmou.

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Hugo Fonseca, projeta produção de até 100 mil barris/dia, elevando o PIB estadual em 30%, com criação de cluster offshore, investimentos bilionários em logística portuária, plataformas, embarcações e suporte aéreo via aeroportos locais. Os impactos iniciais surgem em seis meses a dois anos, com pico em seis anos, totalizando mais de R$ 2,5 bilhões, fortalecendo micro e pequenas empresas na cadeia de suprimentos.

Petroleiros e lideranças locais, como no congresso do Sindipetro-RN, apoiam a retomada, destacando milhares de empregos, royalties e inovação tecnológica, em meio a debates sobre o risco de importações futuras sem novos investimentos. A iniciativa reforça a autonomia energética do Brasil diante de tensões globais, posicionando a Bacia Potiguar — com histórico de mais de 437 poços marítimos perfurados — como polo estratégico.

Redação ANH/RN




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