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Maceió,08/04/2026

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Câmara de Maceió abre debate histórico sobre Plano Diretor após 21 anos de atraso

Câmara Municipal de Maceió
Câmara de Maceió abre debate histórico sobre Plano Diretor após 21 anos de atraso Plano Diretor chega à Câmara: vereadores prometem audiências e transparência total.

Câmara de Maceió inicia debate qualificado sobre o Plano Diretor após 21 anos de espera


A Câmara Municipal de Maceió deu início a um debate amplo e participativo sobre o Plano Diretor, principal instrumento legal para o desenvolvimento sustentável da cidade, durante sessão plenária realizada nesta terça-feira. Iniciada pelo vereador Allan Pierre e enriquecida por contribuições de Marcelo Palmeira, Samyr Malta, do presidente Chico Filho e da vereadora Teca Nelma, a discussão destacou a urgência de atualizar a legislação defasada desde 2005, com validade de dez anos para o novo texto.


Allan Pierre enfatizou a necessidade de diálogo com a sociedade civil organizada, setor produtivo e comunidades, priorizando fiscalização urbana e ambiental. "São 21 anos esperando que o Município envie o Plano Diretor para a Câmara, e estamos com essa oportunidade de promover um diálogo ouvindo todos os envolvidos. Este Plano precisa ser participativo", declarou o parlamentar.


Presidente da Comissão de Assuntos Urbanos, Marcelo Palmeira assegurou que o colegiado promoverá reuniões de alinhamento. "O realinhamento das questões urbanas é necessário e urgente. Tenhamos paciência e maturidade para entregar um resultado positivo à sociedade", reforçou.


Samyr Malta cobrou a aprovação unânime pelos 27 vereadores, considerando o caráter histórico da matéria. "Todas as comunidades devem estar representadas na aprovação deste Plano Diretor", complementou.


Chico Filho, presidente da Casa, comprometeu-se com tramitação transparente, audiências públicas e diálogo permanente. "Em 2023, quando presidi esta Casa, já cobrava o envio do Plano Diretor. Vamos evoluir responsavelmente, com uma legislação atualizada e próxima do que a população espera."


Teca Nelma alertou para os riscos da ausência de atualização, citando o afundamento do solo provocado pela mineradora Braskem como exemplo de problemas evitáveis. 


Exigido pelo Estatuto da Cidade (Lei Federal 10.257/2001), o Plano Diretor orienta o uso e ocupação do solo, abrangendo habitação, expansão urbana, mobilidade, meio ambiente, saneamento, patrimônio cultural, desenvolvimento econômico e participação popular, visando o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e a qualidade de vida dos habitantes.

Redação ANH/AL




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