Força-tarefa prende 16 investigados por tráfico de drogas e roubos no RN e na Paraíba
Operação Mulungu cumpriu 16 mandados de prisão e oito de busca e apreensão em cidades do Rio Grande do Norte e da Paraíba. Foto: MPRN O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a Operação Mulungu, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, associação para o tráfico e roubos com atuação nos estados do Rio Grande do Norte e da Paraíba.
Durante a ação, foram cumpridos 16 mandados de prisão e oito mandados de busca e apreensão, além da apreensão de armas e entorpecentes. As ordens judiciais foram executadas nos municípios de Caicó, São João do Sabugi e Acari, no Rio Grande do Norte, e em Campina Grande, na Paraíba.
Ao todo, 76 agentes participaram da operação, entre policiais militares, civis e penais, em uma força-tarefa coordenada pelo Ministério Público.
Segundo o MPRN, as investigações apontam que o grupo criminoso atuava de forma estruturada nos dois estados. A operação busca reunir provas para esclarecer a divisão de funções entre os integrantes, identificar a hierarquia da organização e fortalecer o conjunto de evidências relacionadas aos crimes investigados.
Além do tráfico de drogas e da associação para o tráfico, o grupo também é suspeito da prática de roubos. Os materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados passarão por perícia e análise, com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos e apurar a extensão do patrimônio da organização criminosa.
Os suspeitos presos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça. As investigações continuam, com a coleta de novos depoimentos e a análise do material apreendido.
De acordo com o Ministério Público, a Operação Mulungu faz parte das ações permanentes de combate ao crime organizado desenvolvidas pelas forças de segurança pública e poderá ter novos desdobramentos, incluindo outras fases da investigação e o cumprimento de novas medidas judiciais.
Redação ANH/RN







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