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Maceió,10/07/2026

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Suspeito de dopar e estuprar jovem em Coité do Nóia é preso após um ano e meio foragido

Ele é suspeito de dopar, agredir e estuprar a colega de escola na cidade de Coité do Nóia.


Suspeito de dopar e estuprar jovem em Coité do Nóia é preso após um ano e meio foragido Reprodução
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Foragido desde dezembro de 2024, Victor Bruno, conhecido como "Vitinho", foi preso nesta sexta-feira (10) em Taquarana, no Agreste de Alagoas. Ele é suspeito de dopar, agredir e estuprar a colega de escola Maria Daniela Ferreira Alves, na cidade de Coité do Nóia. 

De acordo com o Ministério Público de Alagoas, Vitinho foi preso ao participar de uma audiência realizada no Fórum da Comarca de Taquarana, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela Justiça.

Agentes da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco) da Polícia Civil cumpriram mandados judiciais na casa do pai de Vitinho nesta manhã e apreenderam materiais para a investigação. 

O inquérito mostrou que Maria Daniela foi estuprada, agredida e asfixiada em 6 de dezembro de 2024, após uma confraternização em uma chácara pertencente à família do suspeito, localizada no Povoado Poção, zona rural de Coité do Noia. 

Suspeito teria dopado a jovem para assegurar que o crime ocorresse sem resistência

Suspeito teria dopado a jovem para assegurar que o crime ocorresse sem resistência

A jovem chegou a ficar cinco dias em coma e até hoje enfrenta graves sequelas. O laudo toxicológico revelou a presença de diversas substâncias químicas em seu sangue, reforçando a suspeita de que ela foi drogada.


O caso

Consta nos autos que, após participar de uma confraternização com colegas de escola, no dia 6 de dezembro de 2024, Maria Daniela, de 19 anos, foi brutalmente atacada por Victor Bruno, que até hoje era considerado foragido. Ela foi estuprada e, como se não bastasse todo sofrimento, também foi vítima de tentativa de feminicídio por asfixia.

O alto grau de perversidade e violência deixaram a jovem em estado de coma por cinco dias, mas até o momento vivendo em total dependência de familiares, enfrentando graves sequelas e necessitando de auxílio para atividades básicas. A barbárie ocorreu em uma chácara, zona rural de Coité do Nóia.

A época da denúncia, o MPAL afirmou que o estupro foi premeditado. O suspeito teria dopado a jovem para assegurar que o crime ocorresse sem resistência. Exames toxicológicos detectaram em seu sangue substâncias como Diazepam, Fenitoína, Haloperidol, Nordiazepam e Prometazina — medicamentos controlados com efeito sedativo.




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