França endurece leis antivandalismo enquanto onda de protestos atinge grandes cidades
om mais de mil detidos e toques de recolher, senado aprova multas pesadas para conter atos pelo alto custo de vida; sindicatos preparam greve geral.
Protestos na França têm mais de 1800 pessoas detidas A aprovação pelo Senado francês de uma nova legislação antivandalismo prevê multas pesadas de até 10 mil euros e duras sanções contra saques e perturbação da ordem pública. A decisão ocorreu após uma onde de protestos da região que rogavam pela redução do custo de vida.
O número de detidos preventivos se aproxima de 1.000 em operações coordenadas pelo Ministério do Interior, enquanto toques de recolher noturnos e cercos de segurança alteram a rotina de ao menos dez municípios.
O movimento começou em escolas e universidades (reivindicando infraestrutura escolar, mais docentes e revisão de horários/provas), mas rapidamente se uniu com a insatisfação da população francesa em relação aos altos custos de vida e preços dos combustíveis.
A narrativa do gabinete de Emmanuel Macron atribui os episódios de violência a alas da extrema-esquerda (como o França Insubmissa de Jean-Luc Mélenchon) acusando-as de inflamar um "plano de insurreição".
Por outro lado, foram feitas duras críticas da oposição ao governo à suposta repressão policial desproporcional, ao uso de bombas de gás e à decretação de toques de recolher.








COMENTÁRIOS