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Maceió,22/02/2026

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Turista norte-americana e instrutor morrem em queda de asa-delta no Rio

Assessoria
Turista norte-americana e instrutor morrem em queda de asa-delta no Rio Rodolfo Pascoal e a turista Jenny Colôn Rodríguez praticavam voo de asa delta na Praia de São Conrado no momento do acidente. (Reprodução/Instagram)

Um instrutor de voo livre e uma turista estrangeira morreram na tarde deste sábado (21) após a queda de uma asa-delta no mar, na Praia de São Conrado, na zona sul do Rio de Janeiro. As vítimas foram identificadas como Rodolfo Pascoal Ladeira, que atuava como instrutor, e a norte-americana Jenny Colôn Rodríguez, que realizava um voo acompanhado.

De acordo com informações preliminares, a dupla praticava voo de asa-delta quando, por motivos ainda desconhecidos, a aeronave perdeu sustentação e caiu no mar. Equipes de resgate foram acionadas para prestar socorro, mas as duas vítimas não resistiram. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes, que devem apurar possíveis falhas técnicas, condições climáticas e demais fatores que possam ter contribuído para a ocorrência.

O Clube São Conrado de Voo Livre, onde Rodolfo trabalhava, divulgou nota lamentando profundamente o ocorrido. A entidade destacou que o instrutor era experiente e também recordista de parapente, ressaltando que a perda gerou grande comoção entre colegas, alunos e amigos. Em sinal de respeito, o clube informou que as atividades de voo estarão suspensas por três dias.

Na mesma nota, a instituição afirmou que toda a documentação necessária para a prática da atividade estava regular e que está colaborando com as investigações. O clube também declarou estar prestando assistência às famílias das vítimas e aguardando o resgate dos equipamentos utilizados no voo, que passarão por avaliação técnica.

A Praia de São Conrado é conhecida por ser um dos principais pontos de prática de voo livre na capital fluminense, atraindo turistas e praticantes do esporte ao longo do ano. O caso reacende o debate sobre segurança nas atividades de aventura e a importância de protocolos rigorosos para minimizar riscos.

Redação ANH/RJ




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