Serial Killer de Alagoas continuou monitorando namorada da vítima após assassinato
A tese do Ministério Público sobre o crime é que teria sido motivado pelo interesse do serial killer na namorada da vítima
Reprodução O serial killer de Alagoas, Albino dos Santos, continuou monitorando o perfil da namorada de Joseildo Siqueira Silva Filho, conhecido como “Pikeno” e tinha capturas de tela da mulher até 12 dias depois do homicídio. A informação foi divulgada pelo promotor Thiago Riff durante o julgamento do caso nesta sexta-feira (15).
A tese do Ministério Público sobre o crime é que teria sido motivado pelo interesse do serial killer na namorada da vítima, que tinha as mesmas características físicas das outras jovens que ele demonstrava interesse. No entanto, durante o interrogatório, ele negou o interesse.
Segundo o promotor, a última captura de tela do perfil da mulher foi feita no dia 20 de janeiro, 12 dias após o assassinato de Pikeno. Apesar disso, Albino alegou que os prints teriam sido feitos pelo “Arcanjo Miguel”. A família da vítima também afirmou que o acusado chegou a ir até o túmulo de Joseildo para tirar fotografias da lápide.
Albino alegou vingança após suposto assalto
Durante o julgamento, Albino afirmou que não conhecia o casal, mas alegou ter sido assaltado por Pikeno cerca de seis meses antes do crime. Segundo ele, a motivação do homicídio teria sido vingança, pois decidiu “fazer justiça com as próprias mãos”.
Em depoimento, o serial killer afirmou que não registrou Boletim de Ocorrência após o suposto assalto, mas descobriu quem seria o autor pesquisando nas redes sociais. No dia do crime, alegou que passava pela rua quando viu Joseildo e decidiu atirar usando a arma do pai.
Réu apresentou três versões diferentes
De acordo com o promotor Thiago Riff esta já é a terceira versão apresentada por Albino sobre o assassinato de Pikeno. Inicialmente, durante o inquérito policial, ele negou participação no crime.
Em outro depoimento, no entanto, afirmou que quem teria cometido o homicídio foi o “Arcanjo Miguel”, mesma justificativa usada para explicar as capturas de tela feitas no perfil da companheira da vítima.








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