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Maceió,27/03/2026

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Bolsonaro recebe alta e inicia prisão domiciliar com tornozeleira em Brasília

Assessoria
Bolsonaro recebe alta e inicia prisão domiciliar com tornozeleira em Brasília Jair Bolsonaro (Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

Bolsonaro recebe alta hospitalar e segue para prisão domiciliar em Brasília


O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta hospitalar na manhã desta sexta-feira após cerca de duas semanas internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde tratou uma broncopneumonia bacteriana bilateral.

Bolsonaro permaneceu hospitalizado desde 13 de março, quando foi diagnosticado com pneumonia bacteriana decorrente de um episódio de broncoaspiração — condição que ocorre quando há aspiração de conteúdo do estômago para as vias respiratórias. Durante a internação, apresentou sintomas como febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

Nos primeiros dias de tratamento, o ex-presidente permaneceu mais de uma semana na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) sob monitoramento intensivo. Com a evolução clínica progressiva, a equipe médica adotou um protocolo "mais adequado ao quadro clínico atual", permitindo sua transferência para cuidados semi-intensivos ainda na UTI na noite de segunda-feira (23).

Conforme boletim médico divulgado pela equipe — composta pelos doutores Claudio Birolini, Leandro Echenique, Brasil Caiado, Wallace Padilha e Allisson Barcelos Borges — Bolsonaro encontrava-se "sem sinais de infecção aguda, com boa evolução clínica" antes da alta.


Prisão domiciliar autorizada


Ao deixar o hospital, Bolsonaro seguiu para sua residência em Brasília, onde cumprirá prisão domiciliar humanitária pelo prazo inicial de 90 dias, conforme autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), na terça-feira (24).

A decisão de Moraes levou em consideração a saúde do ex-presidente, ressaltando que "o ambiente domiciliar é o mais indicado para preservação de sua saúde, uma vez que o processo de recuperação total de pneumonia nos dois pulmões pode durar entre 45 e 90 dias".

Durante o cumprimento da prisão domiciliar, Bolsonaro utilizará tornozeleira eletrônica para monitoramento. O ex-presidente cumpre condenação de 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado e estava preso na Papudinha — o 19º Batalhão da PM — antes da hospitalização.


Reavaliação após 90 dias


Ao final do prazo de 90 dias, Bolsonaro será submetido a nova perícia médica oficial para determinar se possui condições de retornar ao estabelecimento prisional ou se o benefício humanitário necessita ser prorrogado.

Redação ANH/DF




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