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Maceió,15/07/2026

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RN fica fora da paralisação nacional convocada por parte dos caminhoneiros

Agência Brasil
RN fica fora da paralisação nacional convocada por parte dos caminhoneiros Caminhoneiros do RN afirmam que não vão aderir à paralisação nacional e garantem que transporte de cargas seguirá normalmente no estado, sem bloqueios ou greve. Foto: Valter Campanato
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O transporte de cargas seguirá funcionando normalmente no Rio Grande do Norte. O Sindicato dos Caminhoneiros do Estado confirmou que a categoria não irá aderir à paralisação nacional convocada por uma entidade representativa de parte dos caminhoneiros brasileiros.

A informação foi divulgada pelo presidente do Sindicato dos Caminhoneiros do RN, Edson Negrão, que gravou um vídeo para tranquilizar motoristas, empresas e a população. Segundo ele, o movimento nacional não representa os profissionais potiguares e não terá reflexos nas rodovias do estado.

De acordo com o dirigente sindical, a entidade concluiu recentemente a negociação da convenção coletiva da categoria, considerada um avanço para os trabalhadores, o que afasta a necessidade de uma paralisação.

Entre as conquistas obtidas estão reajuste salarial, manutenção do plano de saúde, plano assistencial, pagamento por acúmulo de função aos motoristas, adicional de penosidade para ajudantes e auxílio-medicamento.

"O Rio Grande do Norte não terá nenhum tipo de paralisação. Nossa convenção foi fechada recentemente com avanços importantes para a categoria e seguimos trabalhando para conquistar ainda mais melhorias para os caminhoneiros", afirmou Edson Negrão.

O presidente do sindicato também reforçou que não haverá bloqueios de rodovias nem interrupção do transporte de cargas no estado, orientando os profissionais a manterem normalmente suas atividades.

A paralisação nacional foi convocada pela Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), presidida por Wallace Landim, conhecido como Chorão. A mobilização teve início à meia-noite desta segunda-feira (13) e busca pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a colocar em votação a Medida Provisória nº 1.343.

Editada pelo governo federal em março deste ano, a MP altera regras do transporte rodoviário de cargas, incluindo mudanças na fiscalização e nos critérios de cálculo do piso mínimo do frete, incorporando custos como combustível, manutenção e seguros. O texto perde a validade na próxima quinta-feira (16), caso não seja apreciado pelo Congresso Nacional.

Com a decisão do sindicato potiguar, a expectativa é de que o abastecimento e a circulação de mercadorias ocorram normalmente em todo o Rio Grande do Norte, sem impactos para a população ou para o setor produtivo.

Redação ANH/RN




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