RN se destaca com maior queda do desemprego no segundo trimestre
Rio Grande do Norte teve a maior redução da taxa de desocupação entre as unidades da Federação no segundo trimestre de 2026. Foto: José Aldenir O Rio Grande do Norte registrou a maior redução na taxa de desocupação entre as 27 unidades da Federação no segundo trimestre de 2026. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice caiu 1,9 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre.
Com a redução, a taxa de desocupação no estado passou para 5,6%. Apesar da queda, o Rio Grande do Norte permaneceu acima da média nacional, que ficou em 5,4%.
Na sequência aparecem Acre e Paraíba, com redução de 1,6 ponto percentual cada, e Tocantins, com queda de 1,5 ponto. Alagoas teve redução de 1,3 ponto, enquanto Minas Gerais registrou recuo de 1,2 ponto.
Ao todo, a taxa de desemprego caiu em 13 estados e permaneceu estável nas demais unidades da Federação.
Menores e maiores taxas
Santa Catarina apresentou a menor taxa de desocupação do país no segundo trimestre, com 2,1%, seguida por Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).
No outro extremo, o Amapá registrou a maior taxa, com 9,8%, seguido pela Bahia (9,1%), Piauí e Pernambuco (8,3%), Alagoas e Sergipe (7,9%) e Amazonas (7,5%).
Por regiões, o Sul apresentou a menor taxa de desocupação, de 3,2%, seguido pelo Centro-Oeste (3,8%) e Sudeste (5,2%). Já o Norte (6,1%) e o Nordeste (7,6%) ficaram acima da média nacional.
Os dados do IBGE também apontam que cerca de 1,06 milhão de brasileiros estavam procurando trabalho havia dois anos ou mais. Esse foi o menor contingente registrado pela série histórica iniciada em 2012, representando uma queda de 15,6% em relação ao mesmo período de 2025.
No segundo trimestre, o Brasil tinha aproximadamente 5,9 milhões de pessoas desocupadas. A taxa foi de 6,4% entre as mulheres e 4,6% entre os homens. Entre as pessoas pretas, o índice ficou em 6,9%; entre as pardas, em 6,1%; e entre as brancas, em 4,2%.
O rendimento médio mensal do trabalhador permaneceu praticamente estável, em R$ 3.738.
Redação ANH/RN








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